Ruby, Ruby, Ruby

Acontece na noite desta segunda-feira a cerimônia de premiação das 500 Milhas de Indianápolis. Um jantar de gala, no qual todos os 33 pilotos são chamados para fazer um discurso e receber seu cheque. Enquanto sobem ao palco, é exibido um pequeno clipe, com imagens da corrida e uma música que, de alguma forma, faz referência ao nome do piloto. Saíram músicas boas, como Hells Bells, do AC/DC, para Townsend Bell e Ruby, do Kaiser Chiefs, para Rubens Barrichello.

Esta não é a primeira vez que a canção do Kaiser Chiefs é associada a Barrichello. A genialidade que segue foi feita por algum desocupado após o GP da Alemanha de 2009, em Nürburgring, quando o brasileiro teve a vitória nas mãos, mas perdeu, e reclamou da equipe – que teve sua parcela de culpa, assim como Rubens. Ross Brawn rebateu, de forma exagerada até. Valeu, para o piloto, o velho ditado: “Quem fala o que quer, ouve o que não quer”.

Barrichello foi o melhor novato e disse que apesar de ter passado 19 anos na F1, sentiu algo a mais em sua estreia nas 500 Milhas. Será que finalmente deixou a F1 para trás? Que com a prática, vai passar a andar bem em ovais? Cedo para dizer.

Ah, vale destacar também a participação de Jean Alesi na cerimônia. Perguntado sobre como foi sua participação na prova, ele não hesitou ao responder: “Não muito longa”. Apesar de ter contornado apenas dez voltas antes de levar a bandeira preta, ele colocou 250 mil dólares no bolso.

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