O que aconteceu com María de Villota?

Acabei de ver nas redes sociais este gráfico, de um jornal espanhol, mas não consegui encontrar qual. Enfim, vale o registro. É um gráfico que mostra o que pode ter acontecido com María de Villota, e traz duas explicações. Ela teria batido na plataforma de carregamento, que estava à mesma altura de seu rosto, e a 60 km/h. O relato da velocidade não bate com outros valores mencionados anteriormente, que apontavam cerca de 40 km/h.

O acidente de María de Villota vai ficar marcado como um dos mais improváveis de todos os tempos. Em um tempo em que não se treina, ela bateu em um treino, e em baixa velocidade. Um acidente que parece ter acontecido por uma falha eletrônica, ou mesmo por  uma falha humana da pilota, que estava dando sua primeira volta com um carro.

Daquelas coisas tristes que acontecem na F1, e que não indicam falta de segurança, não requerem grandes mudanças, mas devem proibir, agora, os treinos em aeroportos. Esses treinos nunca deveriam ter acontecido, é verdade, mas porque deveria ser permitido treinar normalmente em autódromos. Uma fatalidade. María de Villota não deve voltar a competir, mas fica a torcida para que ela se recupere da melhor maneira possível.

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