Entenda o formato da etapa de Munique do DTM

O DTM está na metade de sua temporada, e realiza neste fim de semana, em Munique, sua “corrida das estrelas”. Depois, a pausa é de um mês até a etapa de Nürburgring, em 19 de agosto.

Essa “corrida das estrelas” é uma das grandes atrações do DTM. Não conta pontos para o campeonato, e é disputada em um circuito montado dentro do Estádio Olímpico de Munique, que era o principal da cidade até 2005, quando ficou pronta a Allianz Arena. Hoje, o Estádio Olímpico é utilizado para shows e outros eventos, como é este do DTM.

A estrutura montada, como se vê pela foto, é impressionante. São dois circuitos independentes de 614 metros cada. Ano passado, a pista era interligada, mas os pilotos saiam um de cada lado dela e não se cruzavam. Agora, não dividirão mais o mesmo espaço.

O formato foi reformulado para acolher a BMW, que estará em casa em Munique. No sábado, tem a competição por equipes. No domingo, a de pilotos.

Dentre as equipes, serão quatro pilotos de cada montadora, divididos em duas equipes cada. Das seis, três se classificam para a final, além do melhor segundo colocado, ou então da montadora que não ficar entre as três melhores. O “lucky loser”. Disputa-se, então, a semifinal e depois o terceiro lugar e a final. Mata-mata.

Como será a troca de pilotos? Na metade de cada corrida, quem está na pista recolhe para os boxes e abre caminho para seu parceiro.

No domingo, todos os pilotos lutarão entre si, em um grande mata-mata. O líder do campeonato e os três melhores pilotos (com exceção do líder, é claro, portanto a Mercedes terá quatro pilotos inclusos neste critério) de cada campeonato ganharão uma folga, e entrarão na disputa apenas nas oitavas de final. Os outros doze disputarão

Já está definido que, nas oitavas de final, o brasileiro Augusto Farfus enfrentará Christian Vietoris, da Mercedes. Outro duelo certo é o de Edoardo Mortara e David Coulthard. Os demais dependerão do desenrolar da primeira rodada.

A partir das quartas de final, um novo ingrediente entrará em cena, que são os pit-stops obrigatórios, exigindo também um bom trabalho das equipes na troca de pneus.

Aqui tem um vídeo, com uma narração lusitana, do evento de 2011, o primeiro neste formato. A vitória foi de Bruno Spengler, que defendia a Mercedes, mas que agora está na BMW. O vice-campeão foi Edoardo Mortara, da Audi, que bateu na bateria final:

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