A fixação da McLaren

“É possível ouvir um bom pit-stop, pois é como música: todas as pistolas são colocadas na hora certa e trabalham juntas”, disse Paddy Lowe, diretor-técnico da McLaren, após o GP da Alemanha deste domingo (22).

A escuderia de Woking começou o ano muito mal nas paradas de box. Lewis Hamilton perdeu corridas por isso, e o time foi criticado pelas sucessivas falhas. Começou, então, a busca pela melhora, com alguns incentivos para os mecânicos.

Primeiro, foi cerveja. Os tempos começaram a cair. Em Hockenheim, entrou vinho na jogada. E, em época de Olimpíada, veio um recorde: 2s31. Para os que dizem que F1 não é um esporte coletivo, essa troca de pneus fez Jenson Button ganhar a posição de Sebastian Vettel. O inglês voltou imediatamente a frente do alemão.

O curioso é que, dentro da McLaren, isso se tornou um assunto bastante frequente. Tão frequente que, no segundo episódio do desenho da McLaren, os mecânicos vibram por realizar um pit-stop em 2s7. Esse está ainda mais divertido que o primeiro, ó:

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