A resposta da Audi

A Audi competiria com um e-tron quattro híbrido e um R18 ultra pelo restante da temporada de 2012 do WEC. O protótipo híbrido seria de André Lotterer, Marcel Fässler e Benoît Tréluyer. O convencional, com Allan McNish e Tom Kristensen.

Só que depois do bom desempenho da Toyota em Silverstone, quando Alexander Wurz e Nicolas Lapierre terminaram na segunda posição, e da vitória aqui em São Paulo, a Audi agiu. A partir da próxima etapa, no Bahrein, no próximo fim de semana, McNish e Kristensen também terão um protótipo híbrido nas mãos.

Nos treinos, o R18 ultra consegue fazer frente aos híbridos. O carro continua sendo rápido, tanto é que Lucas Di Grassi foi o mais rápido da Audi na classificação e registrou a volta mais rápida da corrida em Interlagos. Mas o ritmo de corrida não é tão bom quanto o dos outros carros. No tráfego, os híbridos andam melhor.

A esperança da Audi é que, tendo dois carros híbridos, a Toyota terá mais trabalho. É verdade. E a Toyota é melhor nas curvas de baixa velocidade, que predominaram em Interlagos. No Bahrein, são seis cinco freadas fortes que antecedem curvas de baixa.

Talvez por isso, talvez por confiança, talvez por tiração de sarro, Wurz não ficou muito preocupado.

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