6 meses que passaram como 4

SÃO PAULO, 15h58 – Na mesma semana em que a CBA divulgou as substâncias encontradas em seu exame antidoping – dentre elas, maconha -, Marcos Gomes voltará às pistas. O paulista disputará a etapa final do Brasileiro de Marcas, em Curitiba, pela equipe J. Star. Vi no blog do chato do Nei Tessari.

Nem parece, mas, sim, Gomes já cumpriu seus seis meses de suspensão. Acontece que a pena conta a partir do dia em que é feito o exame antidoping, e não do dia em que o resultado sai ou que a primeira suspensão, preventiva, é aplicada. É o padrão da WADA, a agência mundial antidoping.

Gomes se submeteu ao exame em 6 de maio, na etapa do Velopark da Stock Car. Foi suspenso preventivamente por 30 dias só em 18 de julho. O julgamento da Comissão Disciplinar aconteceu em 22 de agosto e rendeu um gancho de um ano, reduzido para 6 meses em 7 de novembro, pela segunda instância. Naquele dia, o piloto já se via livre para competir.

Não vou questionar a suspensão aplicada pelo STJD. Só paro para pensar neste padrão da WADA. Na prática, foram quatro meses de suspensão, não seis. Afinal, se a pena foi contabilizada desde 6 de maio, o piloto participou de duas etapas da Stock Car e uma do Brasileiro de Marcas estando suspenso. Não faz muito sentido.

Mesmo assim, que ele volte e volte a andar bem, como já mostrou ser capaz na Stock. Esse caso de doping o atrapalhou bastante. Gomes perdeu uma vaga boa na Medley/Full Time. Vamos ver se vai conseguir se arranjar para estar no grid no ano que vem.

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