F1 GONZA

gonzoSÃO PAULO | Estou de férias e, portanto, só acompanhando por cima essa semana de lançamentos da F1. Deu para notar que a categoria vai ser um tanto gonza esse ano, com essa nova regra referente à altura do bico dos carros. Os carros ficaram um tanto esquisitos. Culpa da FIA, que fez um regulamento que restringe em vez de obrigar a criarem coisas novas: não adianta limitar a altura máxima, é preciso bloquear alguns conceitos para evitar esses bico-de-tamanduá na frente dos bólidos — ou as pernas abertas, no caso da Lotus.

Até agora, o carro que mais gostei foi o da McLaren, mas a pintura da Force India também agradou. Force India, aliás, tem mudado bastante seus esquemas de cores, como o Rodrigo Berton mostra aqui.

WHITMARSH, BRAWN, BOULLIER, MICHAEL…

Como estou de férias e quero ir andar de bicicleta, vou ser preguiçoso e escrever neste post mesmo. Não é oficial, mas Martin Whitmarsh está mesmo fora da McLaren. O cara não apareceu no anúncio do novo carro. Precisa de mais para saber que não vai continuar?

Sem Martin, estamos todos curiosos para saber quem será o quinto chefe de equipe da história da McLaren. Embora Ron Dennis esteja mandando em tudo de novo em Woking, ele não quer voltar a controlar o time no dia-a-dia. Deve contratar ou remanejar alguém para o cargo. Os mais cotados são três: Ross Brawn, Eric Boullier e Sam Michael.

Brawn vem sendo especulado na McLaren há algumas semanas, mas os outros dois nomes ganharam força nos últimos dias. Primeiro, o site ‘F1 Today’ disse que o atual diretor-esportivo será promovido a chefe. Nesta sexta, a ‘Autosport’, mais confiável, cravou que Boullier deixou a Lotus para comandar a McLaren.

Boullier esteve na Lotus/Renault desde a saída de Flavio Briatore. Seu trabalho foi ótimo. Manteve o time em um bom nível, apesar de contar com um orçamento menor, venceu duas corridas com Kimi Räikkönen e terminou com a terceira posição no Mundial de Pilotos em 2012. Mas a casa está caindo lentamente em Enstone. Kimi saiu, James Allison saiu, vários outros engenheiros foram embora, e agora chegou a vez de Boullier. Não está disposto a passar perrengue. Gerard Lopez, o dono da brincadeira, é quem vai trabalhar como chefe de equipe, numa decisão emergencial.

Pitaco meu: Brawn seria o ideal, e Boullier ainda é uma aposta melhor que Michael.

Estamos testemunhando um estranho momento em que a F1 vive mais trocas de comando do que os times do futebol brasileiro — tá, daqui três semanas já teremos mais técnicos demitidos aqui no Brasil do que na F1.

Adendo: A comparação com o Gonzo é livre para todos os públicos. Se você é maior de 18 anos, clique aqui e veja outra imagem que se assemelha aos bicos dos carros de 2014.

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