ATÉ ONDE VAI A MERCEDES?


SÃO PAULO – Coluna que publiquei hoje lá no GRANDE PRÊMIO fala sobre o domínio da Mercedes neste começo de temporada da F1. Quatro vitórias, quatro poles, quatro voltas mais rápidas e 100% de voltas lideradas. O GP da Espanha deve diminuir um pouco a vantagem do motor e mostrar-nos se alguém — especialmente a Red Bull — consegue terminar uma corrida menos de 23s atrás dos alemães.

A segunda colocada no Mundial de Construtores é a Red Bull, que está 97 pontos atrás da Mercedes após somente quatro corridas. O ponto fraco do RB10 é justamente o motor Renault, que ainda não opera em sua capacidade máxima. O ponto forte, a aerodinâmica: todos têm se impressionado com o bom desempenho do modelo nas curvas.

Não é nenhuma certeza, mas pode-se esperar que o RB10 consiga andar mais perto da Mercedes na Espanha. Perderão desempenho na grande reta de Montmeló, mas serão capazes de se portar bem no resto da pista e nas curvas de raio longo. O equilíbrio do carro será fundamental.

Além disso, Adrian Newey não foi para a China. Ficou na Inglaterra trabalhando na fábrica. O povo já fica com medo quando isso acontece.

A pergunta é: quanto será esse “mais perto” da Red Bull?

A íntegra está aqui.

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Vida inteligente fora da F1


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SÃO PAULO, 18h23 – Ontem, quando postei o vídeo de Bruno Senna falando sobre a vitória em Silverstone aqui no blog, falei sobre a existência de vida inteligente fora da F1. Esse foi o tema da coluna que escrevi hoje no GRANDE PRÊMIO.

Senna pertence a um grupo de pilotos que passou pela F1 e, ao se ver sem lugar, mudou para o endurance. Semelhantes ao dele são os casos de Sébastien Buemi e Kamui Kobayashi, mas a lista é bem maior: Allan McNish, Anthony Davidson, Lucas Di Grassi, Marc Gené, Antonio Pizzonia, Alexander Wurz, Giancarlo Fisichella, Gianmaria Bruni, Pedro Lamy, Nick Heidfeld, entre outros. É um lugar muito mais sustentável do que essa F1 que temos hoje, de pilotos pagantes e times com a corda no pescoço.

O sorriso de Senna no pódio ao voltar a vencer uma corrida depois de cinco anos e os êxitos de outros pilotos, como McNish e Fisichella, são provas disso.

Leiam e comentem.

Pisando Fundo


LENINGRADO, 13h33 – Por falha minha, nem cheguei a registrar aqui no blog, mas há três semanas que assino a coluna ‘Pisando Fundo’ no GRANDE PRÊMIO. Majoritariamente, vou falar de corridas de turismo e de categorias nacionais, e, às vezes, de provas de longa duração. Como fiz nessa semana, após a cobertura das 12 Horas de Sebring.

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No texto que publiquei ontem, comento a experiência que vivi em Sebring nos últimos dias e comparo com as 6 Horas de São Paulo. Ano passado, fui à corrida brasileira do WEC e gostei do evento, mas agora que vamos para a segunda edição, é preciso fazer mais. Levar mais coisas dessas que temos aqui em Sebring ou que existem em Le Mans para Interlagos. Com um pouco de força de vontade, dá para fazer isso. Para ler a coluna, basta clicar aqui.